Coisinha complicada essa que chamamos de “amor”, não é mesmo? Ora nos faz um bem inexplicável, ora nos faz tão mal. O fato é que, mesmo com os seus lados positivos e outros negativos, não há quem se sinta completo sem ele. Até as pessoas mais frias, que menos demonstram precisar de todo um afeto, não vivem inteiramente sem amarem e serem amadas. Talvez isso aconteça porque já nascemos destinados a dar e receber amor, em demasiado para uma pessoa em especial, em certa quantia para outros alguéns que marcam nossas vidas. Mas o fato é que, mais cedo ou mais tarde, esse tão confuso sentimento entrará em nossas vidas e não há o que o impeça de permanecer nelas. Não que quem amamos também vá permanecer, às vezes tudo o que prevalece, tudo o que não se vai, é o que sentimos.